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I. Crescimento e arquitetura do sistema radicular

Crescimento, arquitetura, fenologia e f...

II. Crescimento e arquitetura da canópia

Crescimento, arquitetura, fenologia e f...

III. Fenologia

Crescimento, arquitetura, fenologia e f...

IV. Tipos fisionómicos

Crescimento, arquitetura, fenologia e f...

1. Importância do estudo do sistema radicular

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... I. Crescimento e arquitetura do sistema...

A configuração espacial (= arquitetura) do sistema radicular condiciona o acesso das plantas aos recursos retidos no solo. Se uma qualquer planta é capaz de absorver mais água e nutrientes do que as suas vizinhas, tem condições para produzir mais biomassa e um...

2. Interação genoma/ambiente a nível do sistema radicular

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... I. Crescimento e arquitetura do sistema...

À semelhança da canópia, o sistema radicular das plantas adultas é um produto da interação genoma/ambiente. A configuração do sistema radicular tem, então, duas componentes: (i) a variação por causas genéticas e (ii) a plasticidade fenotípica. O desenho espaci...

3. Sistema radicular aprumado vs. sistema fasciculado

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... I. Crescimento e arquitetura do sistema...

Sistemas radiculares aprumado e fasciculado Reconhecem-se, então, dois modelos arquiteturais fundamentais de sistema radicular: (i) aprumado e (ii) fasciculado (Figura 207). Genericamente, no sistema radicular fasciculado, as raízes são semelhantes entre si ...

4. Plasticidade fenotípica do sistema radicular

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... I. Crescimento e arquitetura do sistema...

Resumidamente, as plantas investem (alocam) mais biomassa nas raízes quando os fatores limitantes para o crescimento vegetal estão no solo (e.g., nutrientes e água), e investem mais na parte aérea quando os fatores limitantes se encontram acima do solo (e.g., ...

1. Gemas

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Estrutura e tipologia As células meristemáticas são demasiado frágeis para contactar diretamente com o exterior. Os meristemas caulinares estão, por isso, resguardados contra impactos, abrasão, secura, parasitas e radiações mutagénicas ultravioletas por vária...

2. Repouso e crescimento vegetativo das plantas perenes

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Estações de crescimento e de repouso vegetativo Neste texto, distingue-se a estação (season) do surto (flush) de crescimento vegetativo, sendo o primeiro conceito o mais abrangente. As estações de crescimento vegetativo (growing season) e de repouso vegetativ...

3. Alongamento rameal

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

O crescimento dos caules nas ‘dicotiledóneas’ com corpo secundário tem duas componentes, o alongamento e o espessamento (engrossamento), respetivamente conduzidos pelos meristemas apicais e pelo câmbio vascular. Nas raras monocotiledóneas com crescimento secun...

4. Ramificação do caule

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Tipos de ramificação Nas angiospérmicas, todos os nomofilos axilam um ou mais meristemas; em contrapartida, nas gimnospérmicas, a presença de meristemas axilares não é constante. A ramificação lateral (= ramificação axilar; axillary branching), que é o tipo d...

5. Dominância e controlo apicais

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Dominância apical As plantas lenhosas produzem mais meristemas axilares do que os necessários para construir, ou renovar, a canópia e a superfície foliar fotossintética. Se todos os meristemas axilares originassem novos lançamentos, os ramos ensombrar-se-iam ...

6. Arquitetura e ontogenia da canópia nas plantas lenhosas

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Na fase de plântula, a dominância e o controlo apical são exercidos por um único meristema. À medida que as estações de crescimento se sucedem, os meristemas apicais dos ramos laterais assumem, mais ou menos rapidamente, um papel semelhante ao do meristema api...

7. Cladoptose

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Nas primeiras páginas deste volume, defendeu-se que as plantas estão «condenadas» a crescer (v. «Estrutura modular das plantas. Totipotência celular») — a produção de ramos e folhas é uma inevitabilidade. Nas plantas lenhosas, a acumulação de ramos em grande n...

8. Posição das inflorescências nos caules

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

A localização das inflorescências nas plantas tem relevância taxonómica e a sua correta antecipação constitui um exercício prático muito útil em agronomia e ecologia. Por exemplo, é impensável executar uma poda de frutificação sem conhecer, a priori, os hábito...

9. Desenvolvimento e arquitetura das gramíneas

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Fases de desenvolvimento nas gramíneas As gramíneas atravessam anualmente duas grandes fases fenológicas: (i) a fase vegetativa, e (ii) a fase reprodutiva. Nas gramíneas anuais, a fase vegetativa principia com a germinação da semente. Nas gramíneas perenes (v...

10. Modelos arquiteturais

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Dado que constituem um tema avançado de morfologia vegetal, os modelos arquiteturais serão aqui abordados de forma sucinta (para uma análise exaustiva, consulte-se Bell (2008); Hallé et al. (1978) e as referências adiante citadas). A canópia (parte aérea) das...