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E. Referências
Abramoff, R. Z., & Finzi, A. C. (2015). Are above- and below-ground phenology in sync? New Phytologist, 205(3). https://doi.org/10.1111/nph.13111 Adonsou, K. E., Drobyshev, I., DesRochers, A., & Tremblay, F. (2016). Root connections affect radial growth of ba...
1. Gemas, gomos e pontos meristemáticos
Estrutura e tipologia As células meristemáticas são demasiado frágeis para contactar diretamente com o exterior. Os meristemas caulinares estão, por isso, resguardados contra impactos, abrasão, secura, parasitas e radiações mutagénicas ultravioletas por vária...
2. Repouso e crescimento vegetativo das plantas perenes
Estações de crescimento e de repouso vegetativo Neste texto, distingue-se a estação (season) do surto (flush) de crescimento vegetativo, sendo o primeiro conceito o mais abrangente. As estações de crescimento vegetativo (growing season) e de repouso vegetativ...
3. Alongamento rameal
O crescimento dos caules nas ‘dicotiledóneas’ com corpo secundário tem duas componentes, o alongamento e o espessamento (engrossamento), respetivamente conduzidos pelos meristemas apicais e pelo câmbio vascular. Nas raras monocotiledóneas com crescimento secun...
4. Ramificação do caule
Tipos de ramificação Nas angiospérmicas, todos os nomofilos axilam um ou mais meristemas; em contrapartida, nas gimnospérmicas, a presença de meristemas axilares não é constante. A ramificação lateral (= ramificação axilar; axillary branching), que é o tipo d...
5. Dominância e controlo apicais
Dominância apical As plantas lenhosas produzem mais meristemas axilares do que os necessários para construir, ou renovar, a canópia e a superfície foliar fotossintética. Se todos os meristemas axilares originassem novos lançamentos, os ramos ensombrar-se-iam ...
6. Arquitetura e ontogenia da canópia nas plantas lenhosas
Na fase de plântula, a dominância e o controlo apical são exercidos por um único meristema. À medida que as estações de crescimento se sucedem, os meristemas apicais dos ramos laterais assumem, mais ou menos rapidamente, um papel semelhante ao do meristema api...
7. Cladoptose
Nas primeiras páginas deste volume, defendeu-se que as plantas estão «condenadas» a crescer (v. «Estrutura modular das plantas. Totipotência celular») — a produção de ramos e folhas é uma inevitabilidade. Nas plantas lenhosas, a acumulação de ramos em grande n...
8. Posição das inflorescências nos caules
A localização das inflorescências nas plantas tem relevância taxonómica e a sua correta antecipação constitui um exercício prático muito útil em agronomia e ecologia. Por exemplo, é impensável executar uma poda de frutificação sem conhecer, a priori, os hábito...
9. Desenvolvimento e arquitetura das gramíneas
Fases de desenvolvimento nas gramíneas As gramíneas atravessam anualmente duas grandes fases fenológicas: (i) a fase vegetativa, e (ii) a fase reprodutiva. Nas gramíneas anuais, a fase vegetativa principia com a germinação da semente. Nas gramíneas perenes (v...
10. Modelos arquiteturais
Dado que constituem um tema avançado de morfologia vegetal, os modelos arquiteturais serão aqui abordados de forma sucinta (para uma análise exaustiva, consulte-se Bell (2008); Hallé et al. (1978) e as referências adiante citadas). A canópia (parte aérea) das...
11. Arquitetura e melhoramento de plantas: a Revolução Verde e o conceito de ideótipo
A Revolução Verde das décadas de 1960 e 1970 baseou-se na alteração radical da arquitetura de duas das mais importantes plantas cultivadas do planeta: o arroz e o trigo-mole. Esta transformação assentou na introdução agronómica de cultivares portadoras de gene...
Ciclo fenológico. Utilidade dos estudos de fenologia.
A fenologia tem por objeto a variação espacial e temporal da ocorrência de fenómenos biológicos recorrentes (e.g., abrolhamento dos gomos, floração, frutificação, queda das folhas, migração das aves ou eclosão de ovos de insetos) em função da meteorologia/clim...
Escalas fenológicas
No estudo rigoroso da fenologia das plantas são utilizados protocolos padronizados, constituídos por códigos numéricos atribuídos aos estádios (ou estados) fenológicos (as chamadas escalas fenológicas), frequentemente acompanhados por desenhos ou fotografias d...
Acerto conceptual
A classificação biológica é um modo, entre muitos outros, de arrumar as plantas em grupos internamente consistentes. Embora reflita relações de parentesco e possua um elevado valor preditivo (e.g., da estrutura floral e anatómica), a classificação biológica te...
Sistema de Raunkjær
O sistema de tipos fisionómicos mais utilizado em ciência da vegetação foi proposto em 1934 pelo botânico dinamarquês Christen C. Raunkjær (1860-1938) (Quadro 42, Figuras 264 e 265). Fundamenta-se na posição (em relação à superfície do solo e durante a estação...
Índice
1. Crescimento e Arquitetura do Sistema Radicular Importância do estudo do sistema radicular Interação genoma/ambiente a nível do sistema radicular Sistema radicular aprumado vs. sistema fasciculado Sistema radicular do arroz Sistema radicular das árv...
6. Polinização (II parte): polinização biótica e abiótica
Vetores e sistemas de polinização Depois de maduros, os grãos de pólen disseminam-se em tétradas, aglomerados em grande número (e.g., as polínias das orquídeas) ou isoladamente (a condição mais frequente). Nas flores autogâmicas, o pólen acede ao estigma por ...