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B. Monocotiledóneas

V. Angiospérmicas

C. Magnoliídeas

V. Angiospérmicas

D. Eudicotiledóneas: ordens basais e Gunnerales

V. Angiospérmicas

1. Piperales

V. Angiospérmicas C. Magnoliídeas

Piperales Frequentemente herbáceas com folhas geralmente cordadas, peni- ou palminérveas, com glândulas translúcidas. Feixes vasculares individualizados em um a três círculos concêntricos. Flores cíclicas geralmente trímeras. Gineceu apocárpico a sincárpico. ...

2. Magnoliales

V. Angiospérmicas C. Magnoliídeas

Magnoliales Ordem morfologicamente heterogénea com seis famílias sem representantes indígenas. As Magnoliales são plantas lenhosas de folhas alternas disticadas (no mesmo plano) com glândulas translúcidas. Flores geralmente grandes com peças numerosas, actino...

3. Laurales

V. Angiospérmicas C. Magnoliídeas

Laurales Plantas lenhosas de lianas a árvores, raramente parasitas. Folhas geralmente opostas, com glândulas translúcidas, frequentemente avermelhadas antes da senescência. Flores actinomórficas, com hipanto, muitas vezes de perianto trímero (verticilos com t...

1. Alismatales

V. Angiospérmicas B. Monocotiledóneas

Plantas herbáceas geralmente de zonas húmidas, emergentes, flutuantes ou submersas na água, com aerênquima e rizomatosas. Caules com pelos ou escamas nos nós, por dentro da bainha. Inflorescências variáveis, frequentemente com um eixo carnudo e envolvidas por ...

2. Dioscoreales

V. Angiospérmicas B. Monocotiledóneas

Geralmente lianas de caules volúveis, com tubérculos aéreos ou subterrâneos frequentes. Feixes vasculares do caule geralmente organizados em dois anéis. Folhas de nervação geralmente curvilíneo-paralelinérveas, com nervuras convergentes em direção ao ápice. Fl...

3. Liliales

V. Angiospérmicas B. Monocotiledóneas

Plantas herbáceas ou trepadeiras, com órgãos de reserva subterrâneos (rizomas, bolbos, tubérculos ou cormos), e raízes frequentemente contráteis (encolhem e arrastam para dentro do solo os órgãos de reserva). Folhas de morfologia muito variável. Inflorescência...

4. Asparagales

V. Angiospérmicas B. Monocotiledóneas

Plantas herbáceas, com ou sem órgãos subterrâneos de reserva (bolbos, rizomas e cormos), ou lenhosas, com crescimento secundário anómalo (uma vez que as monocotiledóneas não possuem um verdadeiro câmbio vascular), por vezes de assinalável dimensão (e.g., Draca...

1. O porquê de classificar

I. Fundamentos de sistemática A. Introdução à sistemática de plantas ...

A domesticação das plantas e a invenção da agricultura não têm mais de 12.500 anos (Brown et al., 2009). O Homem foi caçador-recoletor em mais de 95% da sua história. Para sobreviver, os caçadores-recoletores ancestrais tinham de se lembrar dos tipos, formas, ...

2. Conceitos e objetivos de sistemática

I. Fundamentos de sistemática A. Introdução à sistemática de plantas ...

Num sentido lato, a taxonomia ou sistemática biológica é o ramo da biologia que se dedica ao estudo e à descrição da variação [e.g., variação da forma] dos organismos; à investigação das causas e consequências dessa variação; e ao uso da informação obtida sobr...

3. Sistemas de classificação botânica

I. Fundamentos de sistemática A. Introdução à sistemática de plantas ...

Os sistemas de classificação biológica são sistemas hierárquicos de categorias, geralmente construídos de modo a permitirem uma fácil referenciação dos seus membros. Dizem-se hierárquicos porque os indivíduos de qualquer categoria são organizados em grupos cad...

4. Como identificar plantas?

I. Fundamentos de sistemática A. Introdução à sistemática de plantas ...

Há, fundamentalmente, quatro métodos para identificar plantas ao nível da espécie: i) perguntar a um especialista; ii) comparar a planta com exemplares de herbário; iii) utilizar chaves dicotómicas e descrições disponíveis em Floras; e iv) recorrer a aplicaçõe...

A. Introdução

II. Os Grandes Grupos de Plantas Vascul...

Âmbito

II. Os Grandes Grupos de Plantas Vascul... A. Introdução

Genericamente, a classificação em unidades superiores seguida neste volume é a descrita no capítulo «Conceito de Planta» do volume I desta coleção — os leitores devem ter presentes o Quadro 2 e a Figura 3 do referido volume (com resumo no Quadro 8). Sugere-se ...

Taxa supragenéricos

II. Os Grandes Grupos de Plantas Vascul... A. Introdução

Os estudantes e os utilizadores das classificações botânicas usam no dia a dia um pequeno número de categorias taxonómicas, sobretudo a espécie, o género e a família (Vences et al., 2013). Desde a publicação do Genera Plantarum, de Antoine de Jussieu (1686-175...

B. Plantas vasculares de esporulação livre

II. Os Grandes Grupos de Plantas Vascul...