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5. Dominância e controlo apicais

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Dominância apical As plantas lenhosas produzem mais meristemas axilares do que os necessários para construir, ou renovar, a canópia e a superfície foliar fotossintética. Se todos os meristemas axilares originassem novos lançamentos, os ramos ensombrar-se-iam ...

6. Arquitetura e ontogenia da canópia nas plantas lenhosas

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Na fase de plântula, a dominância e o controlo apical são exercidos por um único meristema. À medida que as estações de crescimento se sucedem, os meristemas apicais dos ramos laterais assumem, mais ou menos rapidamente, um papel semelhante ao do meristema api...

7. Cladoptose

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Nas primeiras páginas deste volume, defendeu-se que as plantas estão «condenadas» a crescer (v. «Estrutura modular das plantas. Totipotência celular») — a produção de ramos e folhas é uma inevitabilidade. Nas plantas lenhosas, a acumulação de ramos em grande n...

8. Posição das inflorescências nos caules

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

A localização das inflorescências nas plantas tem relevância taxonómica e a sua correta antecipação constitui um exercício prático muito útil em agronomia e ecologia. Por exemplo, é impensável executar uma poda de frutificação sem conhecer, a priori, os hábito...

9. Desenvolvimento e arquitetura das gramíneas

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Fases de desenvolvimento nas gramíneas As gramíneas atravessam anualmente duas grandes fases fenológicas: (i) a fase vegetativa, e (ii) a fase reprodutiva. Nas gramíneas anuais, a fase vegetativa principia com a germinação da semente. Nas gramíneas perenes (v...

10. Modelos arquiteturais

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

Dado que constituem um tema avançado de morfologia vegetal, os modelos arquiteturais serão aqui abordados de forma sucinta (para uma análise exaustiva, consulte-se Bell (2008); Hallé et al. (1978) e as referências adiante citadas). A canópia (parte aérea) das...

11. Arquitetura e melhoramento de plantas: a Revolução Verde e o conceito de ideótipo

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... II. Crescimento e arquitetura da canópia

A Revolução Verde das décadas de 1960 e 1970 baseou-se na alteração radical da arquitetura de duas das mais importantes plantas cultivadas do planeta: o arroz e o trigo-mole. Esta transformação assentou na introdução agronómica de cultivares portadoras de gene...

Ciclo fenológico. Utilidade dos estudos de fenologia.

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... III. Fenologia

A fenologia tem por objeto a variação espacial e temporal da ocorrência de fenómenos biológicos recorrentes (e.g., abrolhamento dos gomos, floração, frutificação, queda das folhas, migração das aves ou eclosão de ovos de insetos) em função da meteorologia/clim...

Escalas fenológicas

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... III. Fenologia

No estudo rigoroso da fenologia das plantas são utilizados protocolos padronizados, constituídos por códigos numéricos atribuídos aos estádios (ou estados) fenológicos (as chamadas escalas fenológicas), frequentemente acompanhados por desenhos ou fotografias d...

Acerto conceptual

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... IV. Tipos fisionómicos

A classificação biológica é um modo, entre muitos outros, de arrumar as plantas em grupos internamente consistentes. Embora reflita relações de parentesco e possua um elevado valor preditivo (e.g., da estrutura floral e anatómica), a classificação biológica te...

Sistema de Raunkjær

Crescimento, arquitetura, fenologia e f... IV. Tipos fisionómicos

O sistema de tipos fisionómicos mais utilizado em ciência da vegetação foi proposto em 1934 pelo botânico dinamarquês Christen C. Raunkjær (1860-1938) (Quadro 42, Figuras 264 e 265). Fundamenta-se na posição (em relação à superfície do solo e durante a estação...

6. Polinização (II parte): polinização biótica e abiótica

Biologia da reprodução das plantas com ... A. Reprodução sexuada nas angiospérmicas

Vetores e sistemas de polinização Depois de maduros, os grãos de pólen disseminam-se em tétradas, aglomerados em grande número (e.g., as polínias das orquídeas) ou isoladamente (a condição mais frequente). Nas flores autogâmicas, o pólen acede ao estigma por ...

7. Polinização (III parte): outros aspetos

Biologia da reprodução das plantas com ... A. Reprodução sexuada nas angiospérmicas

Coevolução polinizador animal-planta polinizada (i) A polinização é um passo essencial na reprodução das angiospérmicas, e (ii) o pólen e/ou o néctar são alimentos ricos em energia e nutrientes insubstituíveis para muitas espécies animais. Então, inevitavelme...

8. A fase progâmica

Biologia da reprodução das plantas com ... A. Reprodução sexuada nas angiospérmicas

Definição A fase progâmica decorre entre a captura do pólen e o momento imediatamente anterior à fecundação. Contempla duas etapas morfo-fisiológicas fundamentais: (i) a aderência e germinação do pólen no estigma e (ii) o crescimento do tubo polínico ao longo...

9. Fecundação

Biologia da reprodução das plantas com ... A. Reprodução sexuada nas angiospérmicas

Geralmente, o saco embrionário está maduro no momento da polinização. Em certas espécies, a polinização e o crescimento do tubo polínico ao longo do estilete são indispensáveis para estimular o desenvolvimento do saco embrionário — na amendoeira, por exemplo, ...

10. Desenvolvimento da semente e do fruto

Biologia da reprodução das plantas com ... A. Reprodução sexuada nas angiospérmicas

Etapas do desenvolvimento da semente Terminada a fecundação, o primórdio seminal sofre um conjunto de modificações que desemboca na formação da semente madura. O desenvolvimento da semente, embora contínuo, comporta três etapas biológicas distintas (Bewley et...

11. Dispersão

Biologia da reprodução das plantas com ... A. Reprodução sexuada nas angiospérmicas

Vantagens e desvantagens da dispersão A diversidade e complexidade dos mecanismos de dispersão das angiospérmicas não têm equivalente nas restantes plantas terrestres. Esta constatação é, por si só, uma forte evidência de que a dispersão a longa distância de ...

12. Dormência, quiescência e germinação da semente

Biologia da reprodução das plantas com ... A. Reprodução sexuada nas angiospérmicas

Tipos e vantagens da dormência A redução do teor de água no final da ontogénese das sementes ortodoxas força a entrada da semente em quiescência ou em dormência. Quiescência não é sinónimo de dormência (Considine & Considine, 2016). As sementes dormentes, ao ...