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5. Polinização (I parte): autopolinização e polinização cruzada
Conceitos de biologia floral e de polinização A hipótese de que as flores promovem ativamente a dispersão do pólen por intermédio de vetores externos – e.g. animais ou vento – e que só assim podem ser compreendidas foi originalmente formulada pelo botânico de...
3. Mecanismos de mudança evolutiva
Variação genética A variação morfológica e funcional dos seres vivos (= variação biológica) tem duas origens: ambiental e genética. A variação por causas ambientais é desenvolvida no ponto «Adaptação e aclimatação». A variação genética está codificada no geno...
Unidade de seleção e unidade de evolução
Embora a seleção natural seja essencialmente um processo individualístico (atua ao nível do indivíduo), tanto a evolução como a especiação são processos populacionais. Esta proposição tem uma importância capital em biologia evolutiva, mas a sua elucidação e co...
Noções de fitness, sucesso reprodutivo e sucesso evolutivo
A famosíssima frase «survival of the fittest», da autoria do polímata inglês Herbert Spencer (1820-1903), foi tardiamente adotada por Darwin, a conselho de Wallace, como um sinónimo de seleção natural (Mayr, 1982). Na primeira edição de A Origem, Darwin usou o...
Tipos de evolução
Macro e microevolução A «descendência com modificação» (Quadro 1) é, na realidade, uma definição de microevolução. A macroevolução engloba modificações evolutivas ocorridas à escala da espécie, ou categorias superiores, de que é exemplo a evolução de grandes ...
Adaptação vs. aclimatação
Clarificação de conceitos «A seleção natural, todos os dias, a toda a hora, escrutina, por todo o mundo, todas as variações, até à mais pequena; rejeitando as más, preservando e incrementando as boas» (Darwin, 1859). A seleção natural introduz no genoma, lent...
Evolução de caracteres complexos. Redução e reversão de caracteres
Como se refere no Quadro 1, um carácter é uma característica observável e geneticamente transmissível de um organismo. A teoria da evolução tem uma importante predição: os caracteres complexos evoluem de forma incremental pela acumulação de «pequenas» alteraçõ...
Uma explicação evolutiva da sexualidade
A sexualidade é uma apomorfia dos eucariotas, com custos significativos para os indivíduos porque envolve mecanismos (e.g., tradução e replicação do DNA, meiose) e estruturas (e.g., organitos celulares) energeticamente dispendiosos, complexos e sujeitos a erro...
Mais características do processo evolutivo
Acaso ou necessidade? A evolução fortuita de características adaptativas não pode ser confundida com necessidade evolutiva. A ilusão de que a evolução é motivada pela necessidade – o uso e desuso da teoria lamarckiana – emerge da observação reiterada e da int...
Notas sobre agricultura e evolução
Seleção artificial A seleção artificial – termo originalmente proposto por Darwin (Darwin, 1859) – consiste num conjunto de técnicas utilizadas pelo Homem para alterar as características fenotípicas e genéticas de animais e plantas domesticados em seu proveit...
1. Conceitos básicos de filogenética
Antes de prosseguir recomenda-se o aprofundamento de alguns conceitos fundamentais de filogenética inscritos no glossário do Quadro I.2.1. O quadro é também um resumo de alguns termos e conceitos abordados nos capítulos anteriores. QUADRO I.2.1. Glossário d...
A teoria da evolução é uma teoria científica? A evolução da vida é real?
Como qualquer teoria científica em ciências naturais, a teoria da evolução explica um ou mais aspetos-chave do mundo natural, neste caso, uma vasta soma de observações que passam pela emergência e diversificação da vida, pelo registo fóssil, pela variação intr...
O porquê do ensino da botânica nas licenciaturas em ciências agrárias
As plantas são produtores primários e, nessa condição, os organismos responsáveis pela introdução da vasta maioria da matéria e da energia que circula nos ecossistemas naturais, seminaturais e cultivados. As angiospérmicas representam mais de 89% da produtivid...
Algumas reflexões sobre o ensino da botânica em ciências agrárias
A botânica não é uma ciência simples, pelas razões antes enunciadas. A prática docente ensinou-me vários princípios e técnicas pedagógicas, muitos deles corroborados pela literatura da pedagogia das ciências biológicas, que reputo de essenciais para otimizar a...
Objetivos de uma unidade curricular de Botânica
Objetivos gerais Pretendo que no final do semestre os alunos de uma UC de Botânica sejam capazes de: Compreender e usar os conceitos fundamentais (core concepts) da botânica; Expressar-se com um vocabulário apropriado de botânica; Compreender a plast...
Método de avaliação
Avaliação das componentes teórica e prática Pretendo com a avaliação selecionar negativamente os alunos que não vão além de um nível nominal de literacia, ou seja, incapazes de responder a perguntas simples de botânica e que não possuem um vocabulário, conce...
Fontes de informação
Da leitura do campo «Referências» no ponto que se segue («Descrição detalhada dos conteúdos das lições») depreende-se que esta UC de Botânica tem três livros-texto: «Estrutura e Biologia das Plantas», «Sistemática das Plantas Vasculares» e «Evolução das Planta...
Descrição detalhada das lições (introdução)
Adiante faço uma descrição dos conteúdos programáticos das lições teóricas e práticas de uma UC de Botânica, como anteriormente defendi, com uma carga horária semanal de 1h teórica e 3 horas práticas (repartidas em duas sessões de 1,5 h), dispersas por 14 sema...