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1. Angiospérmicas atuais: principais características
Grande parte do Volume I desta coleção foca-se na anatomia, morfologia externa, biologia da reprodução e ciclo de vida das angiospérmicas. O que as distingue pode ser resumido nas seguintes categorias fundamentais: Corpo vegetativo Resumidamente, as angiosp...
2. Grandes grupos de gimnospérmicas atuais
Cycadidae Corpo vegetativo. São pequenas árvores ou arbustos dioicos, de tronco não ramificado e escasso crescimento secundário. Estabelecem simbioses nas raízes com bactérias azul-esverdeadas fixadoras de azoto dos géneros Nostoc e Anabaena. Folhas ompostas,...
2. Sistema APG IV
A revolução molecular: o estudo fundacional de 1993 Num artigo seminal datado de 1993, Mark Chase e coautores analisaram as relações filogenéticas de 499 espécies de plantas com semente a partir da sequenciação do rbcL, um gene cloroplástico que codifica a ma...
3. Grandes grupos de angiospérmicas atuais: sistema APG IV
Angiospérmicas atuais: principais características Resumidamente, as angiospérmicas têm uma fisionomia arbórea, arbustiva, escandente (trepadeiras) ou são plantas herbáceas – nenhuma outra linhagem de plantas terrestres alcança a diversidade de tipos fisionómi...
1. Inovações evolutivas. Causas do sucesso evolutivo e da diversidade das angiospérmicas
Inovações maiores O sucesso evolutivo das angiospérmicas é inquestionável. Embora sejam o grupo de plantas mais recente, excetuando as florestas boreais de gimnospérmicas (taiga) e as formações árticas de musgos e líquenes (tundra), dominam a maioria dos ecos...
2. A origem das angiospérmicas. A evolução do carpelo e da flor.
Homologia da flor A flor evoluiu uma única vez: todas as flores são homólogas; todas as plantas com flor partilham um ancestral comum; as angiospérmicas são um taxon monofilético. A génese da flor envolveu, numa gimnospérmica ancestral não identificada, a con...
3. As primeiras angiospérmicas
Contextualização evolutiva A origem das angiospérmicas e a rapidez com que alcançam dominância ecológica à escala global após surgirem no registo fóssil são conhecidas, respetivamente, pelo primeiro e segundo «abominável mistério» de Darwin. Centremo-nos, por...
4. Diversificação das plantas com flor no Cretácico: a fora neofítica
Etapas maiores da diversificação e da ascensão ecológica das angiospérmicas no Cretácico A origem das angiospérmicas foi abordada no ponto anterior; em seguida, é ensaiada uma análise diacrónica, centrada no Cretácico, das primeiras etapas da ascensão das ang...
1. Inovações e tendências evolutivas
2. Evolução do primórdio seminal e do pólen
A heterosporia Nas plantas homospóricas, os esporófitos disseminam esporos de tamanho igual, que dão origem a gametófitos geralmente hermafroditas, morfologicamente iguais entre si. As plantas heterospóricas, pelo contrário, produzem micrósporos e megásporos,...
1. Um longo caminho evolutivo
2. Os estreptófitos. A alga verde ancestral das plantas terrestres
3. As primeiras plantas terrestres
O ambiente terrestre Condições ambientais para a terrestrialização As paisagens terrestres emersas mantiveram-se nuas, tão desoladoras como um deserto, em cerca de sete oitavos da história do planeta Terra, durante mais de 4.000 Ma. Embora as cianobactérias,...
1. Natureza e funções da inflorescência
Definição e função da inflorescência A inflorescência é um sistema de caules com uma ou mais flores (Classen-Bockhoff, 2001). Somente as angiospérmicas têm inflorescências. A sua diferenciação a nível meristemático foi abordada no ponto «Meristemas». A inflor...
2. Tipos de inflorescência
Critérios de classificação das inflorescências Consoante o número total de flores, as inflorescências classificam-se em (i) solitárias, quando constituídas por uma única flor na extremidade de um eixo (e.g., magnólias, Magnolia spp., Magnoliaceae), ou (ii) ag...
3. Sexualidade à escala da inflorescência
As inflorescências podem apresentar diferentes combinações de flores hermafroditas, unissexuais e/ou estéreis, as quais, por sua vez, se encontram espacialmente agrupadas na base, no centro ou no topo da inflorescência. Existe uma vasta nomenclatura botânica p...
4. Pseudantos, proliferação tardia e metamorfoses
A plasticidade evolutiva das plantas frequentemente origina arquiteturas que desafiam a classificação morfológica tradicional. Destacam-se três exemplos: pseudantos, proliferação tardia e metamorfoses da inflorescência. Os pseudantos são inflorescências que e...
1. Ciclos floral e reprodutivo das angiospérmicas
Os meristemas e, em seguida, as flores cumprem, de forma sequencial, um conjunto de fases, parcialmente sobrepostas, que, em conjunto, constituem o chamado ciclo floral (flower cycle). Numa primeira etapa, os meristemas vegetativos volvem competentes para prod...