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1. Conceito de planta
No século IV a.C., Aristóteles dividiu os seres vivos em dois grandes grupos, depois de Carl Linnaeus (1707-1778) categorizados ao nível do reino: os reinos Plantae e Animalia (= Metazoa). Em 1866, o zoólogo alemão Ernst H. Haeckel (1834-1919) reconheceu que n...
Índice
A. A natureza das plantas 1. Conceito de planta 2. Desenvolvimento, crescimento e senescência 3. Organização do corpo das plantas com semente Órgãos fundamentais O corpo de plantas e animais: estudo comparativo 4. Interações ecológicas com plantas 5. Mi...
Prólogo à edição em livro (2020)
Os vários autores da coleção «Botânica em Português» quiseram escrever um conjunto de obras que abarcasse o mundo da Biologia das Plantas em diversos níveis. Por um lado, cientes de que na tradição de notáveis escritos de naturalistas botânicos portugueses do ...
Prólogo à edição online (2025-2026)
Ao ler e reler o que escrevi há meia década, sinto, a cada passo, o desagradável incómodo de descobrir gralhas, temas mal explicitados ou insuficientemente explorados, frases equívocas, erros sistemáticos e, até, erros reais. E o tempo passa, a bibliografia a...
4. Interações ecológicas com plantas
Os organismos interatuam uns com os outros no interior dos ecossistemas. Propriedades ecossistémicas tão importantes como a diversidade específica, a ciclagem dos nutrientes ou a produção de biomassa emergem diretamente da interação entre indivíduos pertencent...
3. Organização do corpo das plantas com semente
Órgãos fundamentais A homogeneidade do ambiente aquático ancestral foi pouco propícia à especialização celular e morfológica das plantas (Niklas, 2016). Na terra firma, porém, os recursos encontram-se segregados em dois compartimentos distintos: o solo...
5. Mimetismo e camuflagem
O mimetismo (similaridade visual com outras espécies; mimicry) e a camuflagem (morfologia semelhante ao meio envolvente; camouflage) são menos frequentes nos vegetais do que entre os animais. A camuflagem não é uma interação ecológica porque não envolve a inte...
2. Desenvolvimento, crescimento e senescência
O termo desenvolvimento (ontogénese, ontogenia; development, ontogenesis, ontogeny) refere-se à história das transformações estruturais vividas por um indivíduo, ou por uma parte de um indivíduo (e.g., uma folha, um ramo ou uma flor), desde o embrião (ou de um...
Referências bibliográficas
Adl, S. M., Simpson, A., Lane, C., Lukes, J., Bass, D., Bowser, S., Brown, M., Burki, F., Dunthorn, M., Hampl, V., Heiss, A., Hoppenrath, M., Lara, E., le Gall, L., Lynn, D., McManus, H., Mitchell, E., Mozley-Stanridge, S., Parfrey, L., … Spiegel, F. (2012). T...
2. Anatomia da raiz
Estrutura primária da raiz O corpo primário da raiz é formado pelo meristema apical radicular. Num corte transversal de uma raiz primária, distinguem-se, do exterior para o interior, as seguintes camadas tecidulares (Figura 49): (i) a epiderme, (ii) o córte...
1. A célula vegetal
Teoria celular A célula foi descrita pela primeira vez pelo inglês Robert Hooke (1635-1703), em 1665, a partir de cortes finos de cortiça. Ao holandês Antonie van Leeuwenhoek (1632–1723) cabe a honra da primeira observação de células vivas e de microrganismos...
1. Essencialismo vs. evolucionismo
Nos meados do século XVIII, Carl von Linné, ou Carl Lineu (1707-1778), justamente conhecido como o pai da botânica, e os seus contemporâneos presumiam que todas as espécies haviam sido criadas por um ente superior e que a sua forma e número eram constantes. «A...
2. Teorias da evolução
Teoria da evolução de Darwin Durante a viagem de circum-navegação a bordo do navio Beagle (27 de dezembro 1831-2 de outubro de 1836), na dupla função de naturalista e de companheiro de viagem do comandante do navio, o capitão FitzRoy, Darwin, na altura um jov...
1. A sexualidade nas plantas
A descoberta da sexualidade nas plantas A sexualidade das plantas foi reconhecida e documentada, pela primeira vez e de forma clara, pelo médico e botânico alemão Rudolf Camerarius (1665-1721), num ensaio publicado em 1694, intitulado De Sexu Plantarum Episto...
2. Juvenilidade. Indução e diferenciação florais
Nas angiospérmicas, todos os fenómenos relacionados com a reprodução sexual – e.g., a produção de esporos e gâmetas, e a fecundação – decorrem no interior de uma estrutura especializada: a flor. Não há sexo sem flores. A produção de flores, e implicitamente a ...
1. Vantagens e desvantagens da reprodução assexuada
A reprodução assexuada oferece várias vantagens frente ao seu equivalente sexuado (a reprodução sexuada por semente), quer em condições naturais e seminaturais, quer no âmbito dos agroecossistemas (Quadro 53). As vantagens da reprodução assexuada e da autopoli...
3. Esporogénese e gametogénese
Microsporogénese e microgametogénese Estames com 4 sacos polínicos (tetrasporangiados), 2 sacos por teca, é uma condição ancestral nas angiospérmicas. Secundariamente, algumas famílias têm apenas uma teca com dois sacos polínicos (e.g., Cannaceae, e Malvoidea...
4. Sistemas de reprodução
Definição de sistema de reprodução Sob a designação lata de sistema de reprodução, discutem-se em seguida os aspetos biológicos da expressão sexual (sistemas sexuais) e os sistemas de cruzamento, tendo por referência as plantas com flor. Na bibliografia espec...