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Proteção Vegetal Tropical


Área Científica: Produção Agrícola e Animal
Ano: 1º
Semestre: 2
Créditos: 5 ECTS
Horas de contacto: 25 T, 25 PL, 4 OT

Objectivos/Competências adquiridas:

Conhecer os principais inimigos associados às culturas tropicais.
Compreender os princípios e componentes da proteção integrada e as vantagens desta estratégia de luta;
Saber aplicar para cada inimigo das culturas os diferentes métodos de estimativa do risco;
Conhecer os níveis económicos de ataque e saber interpretar os níveis económicos de ataque dinâmicos;
Conhecer os diferentes meios de proteção contra os inimigos das culturas;
Conhecer a bioecologia e comportamento dos diferentes inimigos das culturas e os fatores de nocividade que fazem variar a sua importância;
Interpretar em cada situação a indispensabilidade de intervenção (utilização de medidas de luta);
Tomar decisão sobre as medidas de proteção indiretas ou preventivas, que podem e devem ser postas em prática;
Ser capaz de aconselhar a utilização de meios diretos de proteção (biológicos, microbiológicos, biotécnicos, culturais ou químicos), e reconhecer as vantagens e inconvenientes da opção.

Conteúdo da unidade curricular:

Natureza e importância dos estragos/prejuízos em culturas tropicais: insetos, ácaros, e vertebrados; fungos, nematodes, bactérias, vírus e outros patogénios.
Princípios e componentes da proteção integrada.
A avaliação da indispensabilidade de intervenção: A estimativa do risco.
Os modelos de tomada de decisão: o nível prejudicial de ataque; o NEA e os modelos de desenvolvimento.
As medidas indiretas de luta: luta legislativa; luta genética; utilização adequada dos recursos e as práticas agrícolas sem impacto negativo no ecossistema; limitação natural e o fomento dos auxiliares.
Os meios diretos de luta: luta física; luta cultural; luta biológica: a utilização de artrópodes predadores e parasitóides de pragas; patogénios para combater pragas; patogénios para combater doenças; luta biológica contra infestantes). A luta biotécnica: semioquímicos; luta autocida; RCI. A luta química: o uso sustentável dos pesticidas; a proteção integrada e a boa prática fitossanitária.

Bibliografia recomendada:

Amaro, P., 2003. A protecção integrada. ISA/Press, 446 p.
Bellows, T.S.; Fisher, T.W., 1999. Handbook of biological control…. Acad. Press, 1046p.
Burges, H.D., 1981. Microbial control of pests and plant diseases. Ac. Press, 949p.
Caballero, M.; Ferber, M.L.; Williams, T., 2001. Los baculovirus y sus aplicaciones... Phytoma, 518p.
Caballero, M.; Ferre, J., 2001. Bioinsecticidas... Phytoma, 318p.
Croft. B.A., 1990. Artropod biological control agents and pesticides. Inc. New York, 723 p.
Enkerlin, W.; Mumford, J., 1997. Economic evaluation of three alternative methods for control... J. Econ. Entomol., 90, 1070-1077.
Hokkanen, H.M. T.; Lynch, J.M., 1995. Biological control... Cambridge Univ. Press, 304p.
Hornby, D., 1993. Biological control of soil-borne ... CAB inter., 479p.
Howes, P., 1998. Insect pheromones and their use ... Ch & Hall, 369p.
Wajarberb, E.; Hassan, S.A., 1994. Biological control with egg parasitoids. CAB Int., Wallingford, 286 p.


T = teóricas; TP = teórico-práticas; PL = ensino prático e laboratorial; TC = trabalho de campo; S = seminário; E = estágio; OT = orientação tutória;