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Biotecnologia Ambiental


Área Científica: Tecnologias de Proteção do Ambiente
Ano: 3º
Semestre: 1
Créditos: 6 ECTS
Horas de contacto: 30 T, 30 PL, 4 OT

Objectivos/Competências adquiridas:

São objetivos desta unidade curricular levar os alunos a:
conhecer os principais tipos de poluentes ambientais e os seus efeitos nos diferentes ambientes afetados;
relacionar as características dos ambientes poluídos com a sua capacidade de remediação;
conhecer a importância dos componentes do solo na disponibilidade dos compostos poluentes;
conhecer os diferentes organismos com capacidade de biorremediação e os respectivos mecanismos de desintoxicação;
conhecer as potencialidades da utilização de plantas na recuperação de solos e recursos hídricos contaminados por poluentes orgânicos, e os respectivos mecanismos de descontaminação;
conhecer a importância dos fungos na biorremediação, nomeadamente na recuperação de solos contaminados por metais pesados;
conhecer diferentes estratégias de biorremediação.

Conteúdo da unidade curricular:

Ar, Água e Solo. Conceitos e definições. Principais fontes e tipos de poluição do ar, da água e do solo.
Efluentes e resíduos sólidos (RS). Biotecnologia aplicada à poluição de ar, da água e do solo. Importância dos componentes do solo na disponibilidade de substâncias poluentes. Poluição do solo: poluentes de origem agrícola, de origem urbana e de origem industrial. Efeito dos poluentes nos seres vivos, persistência e capacidade de degradação. Propriedades do solo relacionadas com o processo de remediação. Monitorização ambiental (ar, água e solo): técnicas de avaliação de áreas contaminadas.
Mecanismos biológicos de desintoxicação. Biorremediação por microrganismos. Fitorremediação. Tolerância e resistência a metais pesados: a importância dos fungos e micorrizas. Tecnologias de biorremediação: tecnologias in situ e ex situ. Utilização da biotecnologia na biorremediação. Tratamento biotecnológico de efluentes e de Resíduos sólidos.

Bibliografia recomendada:

Dua M., Singh A., Sethunathan N., Johri A.K., 2002. Biotechnology and bioremediation: successes and limitations. Appl Microbiol Biotechnol, 59:143–152.
Kuiper I., Lagendijk E.L., Bloemberg G.V., Lugtenberg B.J.J., 2004. Rhizoremediation: A Beneficial Plant-Microbe Interaction. MPMI, 17 (1): 6–15.
Vidali M., 2001. Bioremediation. An overview. Pure Appl. Chem., 73 (7): 1163–1172.
Adriano D.C. et al., 1999. Bioremediation of contaminated soils. American Society of Agronomy. 819 pp
Alexander M., 1999. Biodegradation and bioremediation. 2nd ed. Academin Press, San Diego. 453pp
Pepper Ian L., Gerba C.P., Brusseau M.L., 1996. Pollution Science. Academic Press, Inc.
Schnoor J.L., 1997. Phytoremediation Technology. Technology Evaluation Report. Evaluation Report the ground-water remediation technologies analysis center (GWRTAC), 43 pp.
Singer M., Munns D., 2002. Soils. An introduction. Prentice-Hall.


T = teóricas; TP = teórico-práticas; PL = ensino prático e laboratorial; TC = trabalho de campo; S = seminário; E = estágio; OT = orientação tutória;