História, localização e infra-estruturas.

Os serviços e as pessoas.

Organização, departamentos e centros de recursos.

CET, Licenciaturas e Mestrados.

Programas e projectos de investigação.

Apoio e transferência de conhecimento.

A atmosfera, as instalações, as pessoas.

Acontece na ESA.

 

Blogue Notícias ESA
IPB.Virtual - plataforma de e-learning e de e-research
Clima na Escola Superior Agrária de Bragança
Portal Candidato IPB
II Congresso Nacional das Escolas Superiores Agrárias
Ligações B-ON - Biblioteca do Conhecimento OnlinePlataforma DeGóis - Plataforma Nacional de Ciência e TecnologiaCampus Virtual IPB

Associações Microbianas e Biofertilizantes


Área Científica: Biologia e Bioquímica
Ano: 1º
Semestre: 1
Créditos: 5 ECTS
Horas de contacto: 25 T, 25 PL, 4 OT

Objectivos/Competências adquiridas:

Os novos avanços no conhecimento da ecologia da rizosfera, para os quais os diferentes domínios da biologia deram o seu contributo, têm confirmado a intensa interação e interdependência entre as plantas e os microrganismos do solo, destacando-se os seus efeitos benéficos na nutrição das culturas.
Esta unidade tem como objetivos:
1. Compreender as relações básicas solo-planta e seus efeitos na biodisponibilidade de nutrientes.
2. Estudar a Biologia da rizosfera e as associações microbianas.
3. Transmitir o estado atual de conhecimento relativo aos microrganismos rizosféricos nas várias vertentes ligadas à agronomia, genética, fisiologia e bioquímica.
4. Dar a conhecer os vários grupos de microrganismos da rizosfera com importância como biofertilizantes.
5. Aplicar as tecnologias desenvolvidas para a aplicação dos microrganismos rizosféricos a uma agricultura sustentável e respeitadora do ambiente.

Conteúdo da unidade curricular:

1. Relações solo-planta: Disponibilidade de nutrientes no solo; Fatores internos e externos que influenciam o crescimento e desenvolvimento das raízes; Química da rizosfera e sua relação com a nutrição das plantas.
2. Biologia da rizosfera. Diversidade de organismos tendentes a melhorar o desempenho de plantas no uso de azoto e fósforo: Bactérias simbióticas fixadoras de azoto Rhizobium sp.; Bactérias não-simbióticas de vida livre fixadoras de azoto: Azotobacter, Azospirillum, etc.; Cianobactérias fixadoras de azoto: Azolla-Anabaena, Alausirum, Calothrix; Microrganismos solubilizadores de fosfatos: Bacillus, Pseudomonas, Penicillium, etc.; Micorrizas: endo- e ectomicorrizas; Bactérias ajudantes de micorrizas; Microrganisms celulolíticos.
3. Mecanismos de fixação biológica de Azoto em plantas leguminosas.
4. Mecanismos de ação de Bactérias rizosféricas e endófitos.
5. Mecanismos das associações micorrízicas: Endo- e ectomicorrizas.
6. Biotecnologia associada à produção de biofertilizantes.

Bibliografia recomendada:

Gianinazzi S, Schüepp H, Barea JM, Haselwandter K (2001) Mycorrhiza technology in agriculture: from genes to bioproducts. Birkhäuser, Basel, Switzerland.
Kannaiyan S (ed.) (2002) Biotechnology of Biofertilizers. Narosa publishing house.
Mukerji KG, Singh J, Chamola BP (2000) Mycorrhizal Biology. Kluwer Academic Publishers.
Rai MK (2006) Handbook of Microbial Biofertilizers. The Hawworth Press. Inc.
Robson AD, Abbott LK, Malajczuk N (1994) Management of mycorrhizas in agriculture, horticulture and forestry. Kluwer Academic Publishers, Boston.
Singh DP, Dwived SK (2004) Environmental microbiology and biotechnology. New age International publishers.
Smith S, Read D (2008) Mycorrhizal Symbiosis, 3rd Edition. Academic Press.
Tilak KVBR, Pal KK, Dey R (2010) Microbes For Sustainable Agriculture. International Publising House.


T = teóricas; TP = teórico-práticas; PL = ensino prático e laboratorial; TC = trabalho de campo; S = seminário; E = estágio; OT = orientação tutória;