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Flora Medicinal e Identificação de Drogas Vegetais


Área Científica: Ciências da Vida; Ciências Físicas
Ano: 1º
Semestre: 2
Créditos: 6 ECTS
Horas de contacto: 60TP, 5OT

Objectivos/Competências adquiridas:

Dominar os princípios gerais da taxonomia, morfologia, anatomia e histologia vegetal necessários à correcta identificação botânica da flora medicinal e à inequívoca determinação da origem, qualidade e autenticidade do material vegetal usado.
Reconhecer, identificar e classificar espécies e famílias botânicas com interesse em farmácia, na fitoterapia, nutrição, cosmética e na química de produtos naturais.
Aplicar métodos e técnicas de identificação e caracterização de drogas vegetais.
Identificar diferentes tipos de células e tecidos vegetais e relacionar com os órgãos vegetais e o corpo das plantas vasculares.
Proceder à identificação e autenticação de matérias de origem vegetal habitualmente usadas em fármacos através da análise microscópica de pós vegetais.
Realizar ensaios de extracção e caracterização de constituintes activos de plantas medicinais.

Conteúdo da unidade curricular:

Princípios gerais da aplicação de espécies vegetais em medicamentos e produtos naturais derivados de plantas. Importância da taxonomia, morfologia, anatomia e histologia vegetal e da farmacognosia na determinação da origem dos materiais vegetais, correcta identificação botânica e parte da planta utilizada.
Famílias botânicas das Angiospérmicas e Gimnospérmicas que mais contribuem com compostos bioactivos: Alliaceae, Apiaceae, Asteraceae, Fabaceae, Guttiferae, Lamiaceae, Papaveraceae, Solanaceae, Ginkgoaceae, Pinaceae, entre outras.
Ensaios macroscópicos e microscópicos. Métodos combinados para identificação e caracterização de drogas vegetais.
Análise organoléptica: cor, odor, sabor e textura. Histoquímica. Tecidos vegetais e estrutura das plantas vasculares. Extracção e caracterização química de ósidos e poliósidos, derivados das vias do acetato (e.g. corpos gordos), xiquimato (e.g. compostos fenólicos), mevalonato (e.g. óleos essenciais) e compostos azotados (e.g. alcalóides).

Bibliografia recomendada:

CAMEFORT, H (1984). Morphologie des végétaux: cytologie, anatomie, adaptations. Doin, D.L.
CASTROVIEJO S (coord.) (2010). Flora Iberica. Real Jardín Botánico, CSIC.
COSTA, A. F. (2001). Farmacognosia. Farmacognosia experimental (vol III). F. Calouste Gulbenkian.
COUNCIL OF EUROPE (2008). European Directorate for the Quality of Medicines. European Pharmacopoeia 6th Ed.
CUTLER, DF, BOTHA, T & STEVENSON, DW. (2008). Plant Anatomy: An Applied Approach. John Wiley & Sons.
EVANS, WC. (2001). Trease & Evans' Pharmacognosy. 15th ed. Bailliere Tindall.
EVERT, RF. (2008). Esau Anatomia Vegetal: meristemas, células y tejidos de las plantas - su estructura función y desarrollo.
Omega, DL.
FAHN, A. (1990) Plant Anatomy. Pergamon Press.
JACKSON BP, SNOWDON DW. (1974). Powdered vegetable Drugs. Stanley Thornes (Publishers).
STEVENS, PF. (2010) Angiosperm Phylogeny Website.
WALTER ESCHRICH. (1983). Pulver-Atlas der Drogen der deutschsprachigen Arzneibücher. Gustav Fischer Verlag, Stugard.


T = teóricas; TP = teórico-práticas; PL = ensino prático e laboratorial; TC = trabalho de campo; S = seminário; E = estágio; OT = orientação tutória;