Eleição das Comissões de Curso da ESA – 2017

 

História, localização e infra-estruturas.

Os serviços e as pessoas.

Organização, departamentos e centros de recursos.

CET, Licenciaturas e Mestrados.

Programas e projectos de investigação.

Apoio e transferência de conhecimento.

A atmosfera, as instalações, as pessoas.

Acontece na ESA.

 

Blogue Notícias ESA
IPB.Virtual - plataforma de e-learning e de e-research
Clima na Escola Superior Agrária de Bragança
Portal Candidato IPB
Ligações B-ON - Biblioteca do Conhecimento OnlinePlataforma DeGóis - Plataforma Nacional de Ciência e TecnologiaCampus Virtual IPB

Gestão de Pescas Continentais


Área Científica: Silvicultura e caça
Ano: 1º
Semestre: 2
Créditos: 6 ECTS
Horas de contacto: 30 T, 14 PL, 12 TC, 4 S, 20 OT

Objectivos/Competências adquiridas:

Objectivos: conhecer a tipologia dos recursos aquícolas portugueses; compreender as principais técnicas de gestão de populações usadas segundo diferentes perspectivas (exploração vs. conservação); aplicar metodologias de inventariação biológica e sócio-económica; planear a gestão dos stocks pesqueiros de distintas massas hídricas; promover a recuperação de sistemas degradados.
Competências: capacidade crítica sobre as metodologias aplicadas na gestão dos recursos aquícolas; conhecimentos para o desenvolvimento de um plano de gestão piscícola ajustado às características específicas de cada massa hídrica.

Conteúdo da unidade curricular:

Principais espécies piscícolas das águas continentais. Metodologias de inventariação piscícolas. Gestão ecológica em meios lóticos e lênticos Planos de gestão direccionados para a conservação vs. exploração. Técnicas de reabilitação e melhoria de habitats. Técnicas de gestão dos stocks pesqueiros (e.g. repovoamentos, transferência e introdução de espécies) e monitorização. Critérios de aplicação, relação custo/benefício e análise de resultados. Legislação e regulamentação das pescas.

Bibliografia recomendada:

Cortes, R. & Ferreira, M. 1993. Metodologia para o estudo da estrutura das populações de íctiofauna em águas interiores. UTAD. Vila- Real.
Cowx, I.G. 1994. Rehabilitation of freshwater fisheries. Fishing News Books.Oxford.
FISRWG 1998. Stream corridor restoration: principles, processes, and practices. GPO Item nº 0120-A; SulDocs No A 57.6/2:EN3/PT.653. USDA.
Garcia de Jalón, D., Mayo, M., Hervella, F., Barceló, E.& Fernandez, T. 1993. Principios y técnicas de gestión de la pesca en aguas continentales. Mundi-Prensa. Madrid.
Granado- Lorencio, C. 1997. Conservación, recuperación y gestión de la ictiofauna continental ibérica. Universidad de Sevilla. Sevilha
Lobón-Cerviá, J. 1991. Dinámica de poblaciones de peces en ríos. Museo Nacional de Ciencias Naturales. Madrid.
Moyle, P. & Cech, J. 1995. An Introduction to Ichthyology. Prentice Hall Col.
Schiemer, F., Zalewski, M. & Thorpe, J.E. 1995. The importance of aquatic-terrestrial ecotones for freshwater fish. Developments in Hydrobiology. Kluwer Academic Publishers.
Schreck, C. & Moyle, P. 1990. Methods for Fish Biology. American Fisheries Society. Bethesda.
Thorstad, E.V. 2003. Aquatic Telemetry. Kluwer Academic Publishers.


T = teóricas; TP = teórico-práticas; PL = ensino prático e laboratorial; TC = trabalho de campo; S = seminário; E = estágio; OT = orientação tutória;