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Hidráulica e Regadio


Área Científica: Engenharia Rural
Ano: 3º
Semestre: 2
Créditos: 6,5 ECTS
Horas de contacto: 30 T, 22 PL, 4 TC, 4 S, 20 OT

Objectivos/Competências adquiridas:

Conhecimento dos princípios e das leis fundamentais que regem os líquidos em movimento para aplicação no cálculo e dimensionamento de tubagens, canais e de estações de bombagem. Conhecer e aplicar os principais equipamentos e métodos de medição em hidráulica. Estudo das metodologias de cálculo das necessidades de água das culturas e das necessidades de rega. Conhecer os principais sistemas de rega, os seus componentes e as metodologias de cálculo para o dimensionamento. Estudo dos principais processos de drenagem de água dos solos e das metodologias de dimensionamento. O aluno adquire competências para calcular das necessidades de água das culturas e das necessidades de rega ao nível da parcela e de um perímetro de rega, para dimensionar sistemas de rega e de drenagem e elaborar e gerir projectos de rega.

Conteúdo da unidade curricular:

Princípios gerais dos líquidos em escoamento. Escoamentos sob pressão: Equações gerais do movimento de líquidos; Teorema de Bernoulli; Tipos de escoamento; Perdas de carga; Regime permanente; Cálculo de instalações; Redes de distribuição; Regime variável; Golpe de aríete; Potência hidráulica. Máquinas hidráulicas e estações de bombagem. Escoamento com superfície livre: Escoamento uniforme; Regime variável; Regime permanente gradualmente variado; Ressalto hidráulico. Medições hidráulicas: Orifícios e descarregadores. Necessidades hídricas das culturas: Evapotranspiração de referência e das culturas. Balanço hídrico do solo e necessidades de rega. Métodos e sistemas de rega: Rega de superfície; Rega por aspersão; Rega localizada. Concepção e dimensionamento de sistemas de rega. Drenagem de água dos solos: Concepção e dimensionamento dos sistemas.

Bibliografia recomendada:

Allen, R.G., Pereira, L.S., Raes, D., Smith, M., 1998. Crop evapotranspiration. Guidelines for computing crop water requirements. FAO Irrigation and Drainage Paper 56, Rome
Cuenca, R. H. 1989. Open channel flow. In: Irrigation system Design, pp. 464-522, Prentice-Hall Inc.
Dasberg, S. & Or, D. 1999. Drip irrigation. Springer, Berlin.
Lencastre, A. 1983. Hidráulica geral. Hidroprojecto, Lisboa.
Keller, J. & Bliesner, R.D. 1990. Sprinkle and Trickle irrigation. Chapman & Hall, NewYork.
Martin-Benito, J.M.T. 1995. El riego por aspersion y su tecnologia. Mundi Prensa, Madrid.
Pereira, L.S. 2004. Necessidades de água e métodos de rega. Europa-América, Lisboa.
Raposo, J.R. 1996. A rega por aspersão. 2ª Ed., Clássica Editora, Lisboa.
Raposo, J.R. 1996. A rega localizada. Edições Correio Agrícola, Lisboa.
San Juan, J. M. 1997. Riego por goteo: Teoría e Práctica. 4ª Ed. Mundi Prensa, Madrid.


T = teóricas; TP = teórico-práticas; PL = ensino prático e laboratorial; TC = trabalho de campo; S = seminário; E = estágio; OT = orientação tutória;