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Blogue de notícias da Escola Superior Agrária de Bragança

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A Escola Superior Agrária no Há Volta da RTP

Os nossos Cientistas à Volta, no programa HÁ VOLTA da RTP1, na etapa 3 da Volta a Portugal, na cidade de Bragança.

Cientistas:

  • José Alberto Pereira, professor na Escola Superior Agrária na área da Produção e Tecnologia Vegetal e investigador no Centro de Investigação de Montanha (CIMO) do Instituto Politécnico de Bragança no projeto: “OliveOld”, uma investigação que recai na identificação e caraterização de oliveiras centenárias para obtenção de produtos diferenciados.
  • Ana Maria Carvalho, professora na Escola Superior Agrária, na área da Biologia e Biotecnologia e investigadora do Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança, onde é feito um trabalho de reconhecimento e inventariação da diversidade biológica, concretamente em plantas vasculares e macrofungos.
  • Bruno Navarro, Presidente do Conselho Diretivo do Côa Parque – Museu do Côa

Porque a volta tem ciência!

Presidente Marcelo Rebelo de Sousa visitou Centro de Investigação de Montanha

O Presidente da República visitou o Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança, onde contactou com investigadores nacionais e estrangeiros deste centro.

Após a visita encontrou-se, no átrio do edifício Principal do IPB, com estudantes de múltiplas comunidades estrangeiras, incluindo sírios, cabo-verdianos, que celebravam o Dia Nacional deste País lusófono, timorenses e brasileiros, entre outras.

em www.presidencia.pt

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Centro de Investigação de Montanha na agenda de Marcelo.

Em visita a Trás-os-Montes, o presidente da República vai conhecer na terça-feira o Centro de Investigação de Montanha, uma valência do Instituto Politécnico de Bragança.

Foi criado para desenvolver projetos na área agroalimentar e zootécnica e conta com o trabalho de investigadores portugueses e estrangeiros.

em RTP

Importância do Melhoramento de Plantas na Produção de Alimentos

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No Dia Internacional da Montanha, que hoje se assinala, a SIC foi conhecer o único Centro de Investigação de Montanha existente em Portugal. Este núcleo científico, localizado em Bragança, dedica-se ao estudo da sustentabilidade dos ecossistemas em altitude, caracterizados por uma grande biodiversidade de fauna e flora.

Investigadores procuram cura para doenças da oliveira

Um grupo de investigadores do Centro de Investigação e Montanha do Instituto Politécnico de Bragança, o CIMO, está a desenvolver um projecto para combater as três doenças da oliveira mais frequentes no olival de Trás-os-Montes.
A gafa, a tuberculose da oliveira e o olho de pavão têm vindo a aumentar de incidência. A investigadora da Escola Superior Agrária, Paula Baptista, explica que o estudo tem como objectivo identificar meios de luta biológicos para controlar estas doenças que provocam perdas na produção e as quais, até agora, não é possível combater de forma eficaz.

O próximo passo da investigação, financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, é testar os agentes no campo, para verificar se os níveis de eficácia se mantêm.  O objectivo é, no futuro, utilizar os agentes de luta autóctones identificados, para produzir biofungicidas.

As pragas são outro dos problemas que os olivicultores enfrentam. Sónia Santos, docente do IPB, adiantou que este ano a mosca da azeitona provocou perdas na ordem dos15 a 20 por cento.

As doenças e as pragas da oliveira foram temas abordados no seminário dedicado ao olival e integrado na Festa dos Reis, em Vale de Salgueiro. A iniciativa realizou-se pela primeira vez e é considerada por António Branco uma boa inovação. O presidente da Câmara Municipal de Mirandela entende que é salutar a abertura das instituições de ensino à comunidade:

O seminário sobre a produção de oliveira foi, a par da feira de produtos, uma novidade no programa da Festa dos Reis, que a Junta de Freguesia de Vale de Salgueiro promete continuar nos próximos anos.

em Rádio Brigantia

Centro de Investigação da Montanha distinguido em cooperação internacional

Centro de Investigação da Montanha distinguido em cooperação internacional O Instituto Politécnico de Bragança (investigadores do Centro de Investigação de Montanha Isabel C.F.R. Ferreira e Amílcar António) foi distinguido na Gala Viva frutas e Legume na área da Cooperação Internacional pelos projectos de I&D e Inovação na área da descontaminação de plantas aromáticas, desenvolvidos em consórcio com outras entidades nacionais, europeias e do Brasil.
A cerimónia teve lugar no passado dia 14 de Novembro no Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha onde foram atribuídos prémios de distinção e reconhecimento público a entidades ou pessoas que se destacaram nas seguintes áreas: Produto Inovação; Cooperação Internacional; Inovação Organizacional; Desenvolvimento Sustentável e Inovação Jovem Empreendedor. Os prémios foram atribuídos pelo Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Nacional (COTHN).

Relativamente ao trabalho do IPB numa primeira fase está a ser avaliado o impacto do processamento pós-colheita por irradiação nas características físico-químicas e microbiológicas de plantas aromáticas com relevância para o mercado, numa iniciativa de inovação apoiada pelo ProDer – Programa de Desenvolvimento Regional – em cooperação com duas entidades de I&D nacionais e duas empresas do sector.

Numa segunda fase será validado o processamento de descontaminação com vapor de plantas aromáticas, numa iniciativa Eureka de cooperação internacional que é liderada em Portugal pelo Instituto Politécnico de Bragança, envolvendo a participação de cinco instituições de I&D, de cinco países (Portugal, Roménia, Sérvia, Espanha, Alemanha), que tem ainda o interesse e a participação de nove empresas destes cinco países.

O prémio, no valor de 900 EURO, será entregue a uma IPSS de Bragança.

em CiênciaHoje

Jornadas de Tração Animal

Jornadas de Tração Animal

Toda a demais informação e inscrições em www.aptran.pt

Vai um queijo da Serra da Estrela com flor de castanheiro?

Vai um queijo da Serra da Estrela com flor de castanheiro? Centro de Investigação da Montanha, de Bragança, está a fazer o teste

Incorporar a flor do castanheiro em queijo tipo Serra da Estrela não DOP, com vista a produzir um alimento novo do ponto de vista organolético, é o trabalho que tem vindo a ser promovido por um grupo do Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança, liderado por Isabel Ferreira. Pretende-se conferir benefícios aos consumidores e potencialmente vir a substituir conservantes sintéticos, cujas implicações para a saúde são conhecidas.
Este trabalho é fruto de uma parceria de cooperação para a inovação financiada pelo ProDer, envolvendo a empresa Queijos Matias.

Este grupo de investigação tinha já caracterizado as propriedades da flor do castanheiro, tendo verificado a sua excelente capacidade antioxidante e antimicrobiana em diversos produtos alimentares.

Os primeiros resultados desta iniciativa têm despertado o interesse da comunidade científica, tendo um dos seus membros, Márcio Carocho, sido distinguido com um “Scholar Award” pela apresentação desta investigação na conferência internacional “Food Studies”, que decorreu recentemente na cidade de Prato em Itália, no final de Outubro.

As flores de castanheiro são subprodutos não valorizados, que caem da árvore na época da floração, e que podem vir assim a acrescentar inovação a um produto tradicional, podendo daí resultar mais valias para toda a cadeia de produção e de comercialização num queijo de excelência, particularmente apreciado pelas suas características singulares.

Recorde-se que o queijo da Serra da Estrela é dos queijos mais conhecidos de Portugal, feito a partir de queijo de ovelha, com a adição de flor de cardo e sal. Em 1996, a União Europeia atribuiu-lhe uma Denominação de Origem Protegida (DOP), mas até à data existem poucos estudos científicos acerca deste queijo, das suas propriedades e potencialidades.

em CiênciaHoje

IPB tem novos laboratórios para ajudar a agricultura

IPB tem novos laboratórios para ajudar a agricultura Continue reading

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