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Blogue de notícias da Escola Superior Agrária de Bragança

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A Escola Superior Agrária no Há Volta da RTP

Os nossos Cientistas à Volta, no programa HÁ VOLTA da RTP1, na etapa 3 da Volta a Portugal, na cidade de Bragança.

Cientistas:

  • José Alberto Pereira, professor na Escola Superior Agrária na área da Produção e Tecnologia Vegetal e investigador no Centro de Investigação de Montanha (CIMO) do Instituto Politécnico de Bragança no projeto: “OliveOld”, uma investigação que recai na identificação e caraterização de oliveiras centenárias para obtenção de produtos diferenciados.
  • Ana Maria Carvalho, professora na Escola Superior Agrária, na área da Biologia e Biotecnologia e investigadora do Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança, onde é feito um trabalho de reconhecimento e inventariação da diversidade biológica, concretamente em plantas vasculares e macrofungos.
  • Bruno Navarro, Presidente do Conselho Diretivo do Côa Parque – Museu do Côa

Porque a volta tem ciência!

Curso de seleção e qualificação de provadores

Curso de seleção e qualificação de provadores

Objectivo

Criar e manter painéis de provadores qualificados/peritos em três tipos de produtos: enchidos tradicionais ( alheira, chouriça e salpicão); queijos de pasta dura e mel.
Os painéis de provadores executarão ensaios de análise sensorial para métodos acreditados de acordo com a NP EN 17025:2005 e outros que estejam protocolados pelo Laboratório de Análise Sensorial.

Data limite para recepção de candidaturas – 31/03/2017

Processo de seleção e etapas de qualificação

A seleção de candidatos seguirá o que prevê a NP EN ISO 8586:2014, nomeadamente:
Os candidatos serão entrevistados e posteriormente submetidos a testes que avaliarão a acuidade sensorial com a realização de testes básicos de detecção à visão, sabor e cheiro.
Findo este processo os candidatos ficam a conhecer a sua acuidade básica e os que foram selecionados integrarão um grupo que frequentará um conjunto de sessões de capacitação/avaliação para padrões e referências sensoriais. No final desta fase, os candidatos aprovados ficam com a competência de PROVADOR.
Do grupo de provadores serão selecionados e formados painéis para os diferentes tipos de produtos . No final, os provadores bem sucedidos atingirão o grau de PROVADOR QUALIFICADO para o(s) produto(s) em que se qualificou.
O desenvolvimento das capacidades e competências culminam no grau de PERITO.

Competências

Dependendo do nível de qualificação atingido, os provadores poderão:

  • Integrar painéis de provadores em empresas, desempenhando funções de controlo de qualidade sensorial e participar no desenvolvimento de novos produtos;
  • Participar em júris de concursos para produtos nos quais adquiriram competência;
  • Participar em painéis de provadores para avaliação sensorial nos produtos em que se qualificaram.

Reconhecimento

O IPB emitirá certificados de qualificação para os participantes de acordo com o nível de qualificação atingido.

Ficha de inscrição

Descarregue a ficha de inscrição. Depois de preenchida devolva por email para:
las-esa@ipb.pt

IPB está a promover o primeiro painel de provadores de azeitona de mesa do país

O Instituto Politécnico de Bragança está a desenvolver o primeiro painel de provadores de azeitona de mesa do país. O Laboratório de Agrotecnologia da Escola Superior Agrária é solicitado por empresas e associações de produtores para analisar amostras de azeite e azeitona, de forma a controlar a qualidade destes produtos.

Conseguir completar um painel de provadores nem sempre é fácil, e por isso, o IPB está a aceitar inscrições de interessados em participar em formações de provadores.

Ser provador de azeite ou de azeitona de mesa pode não ser tarefa fácil.

Mas, há quem diga que depois de se entrar nesta área, toma-se o gosto e quer-se aperfeiçoar cada vez mais a técnica.

Maria José Miranda, professora do departamento de Biologia e Biotecnologia do Instituto Politécnico de Bragança, é provadora de carnes há mais de cinco anos e decidiu começar a integrar painéis de provadores de outro tipo de alimentos.

No ano passado, começou a provar azeitona mas, confessa que gosta mais de provar azeite.

“Já sou provadora de carne e azeitona. Depois comecei a participar nas sessões de provas de azeite e gostei muito. Costumo integrar diversos painéis de provas de produto alimentares no IPB. O último painel do qual fiz parte foi um de paté, no mês passado”, disse.

Muitos provadores têm o primeiro contacto com a profissão ao frequentar a licenciatura em Engenharia Alimentar. E depois da primeira sessão prática de avaliação de defeitos sensoriais de azeitona de mesa ou de provas de azeite, não hesitam em integrar um painel de provadores. É o caso de Francisca Ferraz, de 21 anos, natural de Braga.

“Vou-me inscrever como provadora. Desde uma aula que tivemos de prova sensorial de azeite que fiquei fascinada pela área do azeite e da azeitona.

Para se ser provador é necessário treinar durante várias sessões, como explica Nuno Rodrigues, investigador do Laboratório de Agrotecnologia.

Conseguir um painel formado por bons provadores, pode não ser tarefa fácil. “É difícil arranjar pessoas que provem bem mas, com o passar do tempo, as pessoas acabam por se habituar. É um treino exaustivo, são precisas muitas sessões para que as pessoas se comecem a habituar. Por vezes, estão habituadas a consumir produtos com defeito e associam aquilo que conhecem à boa qualidade”, referiu Nuno Rodrigues.

Actualmente, não é obrigatório submeter a azeitona de mesa a um painel de provadores que ateste a sua qualidade sensorial para poder comercializá-la mas os investigadores acreditam que passe a sê-lo em breve, sendo importante formar novos provadores.

Até ao próximo dia 13, o Instituto Politécnico de Bragança está a aceitar inscrições para novos cursos de provadores de azeite e de azeitona de mesa.

em Radio Brigantia

Início das Aulas 2016/2017

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Início das Aulas 2016/2017:

  • CTeSP em Bragança: 19 setembro
  • CteSP fora de Bragança: 26 setembro
  • Licenciaturas: 19 setembro
  • Mestrados: 26 setembro

IPB ajuda Leicras a desenvolver queijo de cabra de cura extra longa

IPB ajuda Leicras a desenvolver queijo de cabra de cura extra longa

A Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança está a completar o ensaio de um novo queijo de leite de cabra serrana, com cura extra longa. O produto surge no âmbito de uma parceria constituída há dois anos entre o IPB, a Leicras – Cooperativa de Produtores de Leite de Cabra Serrana e a marca Quinta de Alvar, da Queijaria Vaz, de Mirandela, no âmbito de um projecto financiado por fundos comunitários através do programa PRODER.

O novo queijo foi apresentado a 150 consumidores em superfícies comerciais e feiras locais e nacionais, de forma a que pudessem dar a sua opinião sobre o produto.

Um trabalho que ficou concluído no mês passado. Fernando Sousa, professor e responsável técnico do laboratório de análise sensorial da Escola Superior Agrária de Bragança, explica o tipo de produto que foi dado a conhecer aos participantes destas degustações.

“Acompanhamos três lotes de queijos desde o fabrico ao longo de 2 anos e de 6 em 6 meses fizemos degustações em grandes superfícies e feiras e estamos a completar esse ensaio com queijos que têm 14, 19 e 24 meses de cura. São dadas três amostras de queijos aos consumidores e eles avaliam e expressam a preferência”, refere.

O objectivo é que no final do estudo os investigadores possam aconselhar a Leicras sobre a preferência dos consumidores quanto a um queijo de cabra de cura extralonga.

Os inquéritos dos consumidores que provaram os queijos estão, nesta altura a ser analisados.

Já no passado mês de Maio foram apresentados outros três queijos de ovelha, resultantes deste projecto e que já estão a ser comercializados: o queijo de cura prolongada, de sete, nove e 24 meses, o queijo curado com malagueta e o queijo de cura prolongada ralado.

Fernando Sousa explica que, da parte do Instituto Politécnico, estão “envolvidos quatro laboratórios no projecto: o de análises de físico-química, microbiológica, análise sensorial e de tecnologia alimentar, porque alguns dos queijos foram elaborados durante o processo de desenvolvimento em instalações da Escola Superior Agrária”.

As entidades envolvidas esperam que o projecto continue a dar frutos, ou neste caso queijos, com o objectivo de conseguir uma maior inovação e valorização dos produtos da região.

em Rádio Brigantia

Presidente Marcelo Rebelo de Sousa visitou Centro de Investigação de Montanha

O Presidente da República visitou o Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança, onde contactou com investigadores nacionais e estrangeiros deste centro.

Após a visita encontrou-se, no átrio do edifício Principal do IPB, com estudantes de múltiplas comunidades estrangeiras, incluindo sírios, cabo-verdianos, que celebravam o Dia Nacional deste País lusófono, timorenses e brasileiros, entre outras.

em www.presidencia.pt

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Centro de Investigação de Montanha na agenda de Marcelo.

Em visita a Trás-os-Montes, o presidente da República vai conhecer na terça-feira o Centro de Investigação de Montanha, uma valência do Instituto Politécnico de Bragança.

Foi criado para desenvolver projetos na área agroalimentar e zootécnica e conta com o trabalho de investigadores portugueses e estrangeiros.

em RTP

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O Programa de Dupla-Diplomação entre o Curso de Bacharelado em Zootecnia do Câmpus Dois Vizinhos da UTFPR e o conjunto de Cursos de Engenharia Zootécnica e Mestrado em Tecnologias da Ciência Animal, da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), faz parte das ações empreendidas pela UTFPR para internacionalização de seus cursos de graduação. O aluno da UTFPR, participante do programa, que concluir todas as etapas previstas no acordo, após concluir o curso de Bacharelado em Zootecnia na UTFPR receberá o diploma de Bacharel em Zootecnia expedido pela UTFPR e os diplomas de Licenciado e Mestre expedido pelo Instituto Politécnico de Bragança.

O acordo de dupla diplomação busca promover a mobilidade internacional dos estudantes de Zootecnia do Câmpus Dois Vizinhos, possibilitando o contato com outras culturas e a ampliação das possibilidades de formação profissional e humana, contribui também para a elevação da qualidade da formação acadêmica dos alunos e auxilia no intercâmbio de docentes entre as duas instituições possibilitando o desenvolvimento de trabalhos de pesquisa.

A duração inicial do período de mobilidade internacional será de um ano, podendo ser prorrogado por mais três meses, incluído neste período o tempo necessário para entrega e defesa do relatório de estágio curricular obrigatório da UTFPR/Câmpus Dois Vizinhos, e dissertação/projeto/estágio do IPB com apresentações/defesas públicas.

Foram selecionadas três acadêmicas do curso de Zootecnia: Aline Fátima Fernandes, Marina Winter Dendena e Samata Kelli Almeida. Elas desenvolveram um plano de estudo que está sendo desenvolvido em Bragança. Passados 80 dias da estadia em Portugal, as acadêmicas informaram que a experiência está sendo muito boa, com uma série de novidades, principalmente em relação aos costumes, tradições e a história do País que as acolheu, sendo tudo encantador. Escreveram ainda que embora seja uma País de língua portuguesa, o IPB recebe estudantes de todas as partes do mundo, sendo a língua inglesa usada por todos como forma de comunicação universal. Finalizaram, incentivando e solicitando a todos que aproveitem as oportunidades dentro e fora do Brasil, salientando que a experiência no exterior engrandece o crescimento profissional e pessoal.
em UTFPR

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